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Cultura Organizacional como Organismo Vivo da Empresa

A cultura organizacional como organismo vivo da empresa

Empresa, líderes e colaboradores precisam estar em constante sintonia para que a empresa gere mais valor aos stakeholders e se consolide.

A cultura organizacional é um conjunto de valores, crenças e ações que definem a forma como uma organização conduz seu negócio.

Para entender melhor, pense no seu negócio como uma casa: precisamos de tijolos para construirmos, mas para levantarmos uma estrutura forte e resistente precisaremos também de cimento, certo? Pois bem, a cultura organizacional é o cimento da sua empresa. É a partir dela que as peças se conectam para tomar forma, além de servir como base de sustentação e força da casa.

As pessoas precisam estar alinhadas com esse conjunto de valores, para caminharem na mesma direção. Voltando ao exemplo da casa, imagine se cada pessoa pegasse um tijolo e o colocasse à sua vontade: um deitado, outro em pé, outro atravessado. Dificilmente essa estrutura cresceria forte e resistente. Ela precisa ser estratégica e coerente nas interações com as outras pessoas envolvidas, sejam fornecedores, clientes, colaboradores, credores ou acionistas.

Felipe Vasconcellos, head de controladoria da Connvert, acredita que cada pessoa é parte da cultura da empresa. “Precisamos entender e viver a cultura da empresa, isto é, temos que ‘ser’ a cultura da empresa, diariamente. Se a empresa apoia a diversidade, por exemplo, eu também preciso apoiar e acreditar na força da diversidade, não apenas no discurso, mas principalmente nas minhas atitudes e ações diante do tema. Esse comportamento é fundamental para transformarmos a cultura, que é um conceito abstrato, em um organismo vivo”.

O líder e seu papel na cultura organizacional da empresa

Cada líder é responsável por compartilhar e praticar os valores da cultura da empresa para que as pessoas também o façam, e multipliquem o alcance da estratégia empresarial, e, dessa forma, engajar todos para caminharem na mesma direção.

Não apenas focando resultados, números, indicadores, mas muito além disso. Vasconcellos afirma que é preciso também olhar para o quanto cresceram as pessoas que trabalham com esse líder, enquanto indivíduos, enquanto time, para que se tenha um bom resultado da equipe, combinado com os números da empresa. “Não se pode olhar apenas os números (foco quantitativo) ou apenas as pessoas (foco qualitativo). Quando olhamos para os dois, em conjunto, e temos bons números de metas aliados ao progresso das pessoas em suas vidas, podemos dizer que temos um grande resultado”. Isto é o que diferencia um líder. ”Pessoas e resultados, nessa ordem. Primeiro as pessoas, depois os resultados. São as pessoas que irão gerar os resultados de uma empresa, e, por isso, é fundamental que o líder direcione boa parte de sua energia nessa perspectiva”.

Cuidar das pessoas que trabalham dentro da empresa é uma forma de garantir qualidade contínua no processo de produção. É preciso olhar para as pessoas, escutar, ouvir e conhecer cada uma delas. Não só a quantidade é importante, mas a qualidade também. Pessoas felizes trabalham mais felizes, gerando resultados crescentes e sustentáveis.

A importância da comunicação nesse processo

Quanto mais conversamos sobre as questões em pauta e quanto mais a humanidade demandar adaptações nas empresas visando o equilíbrio entre pessoas e resultados, melhor será o mundo organizacional. Precisamos dialogar com as pessoas e, especialmente, ouvi-las, dar voz para que elas possam contribuir na construção do ambiente ao qual estão inseridas.

Importante destacar que, quando não ocorre a identificação entre o colaborador e a cultura da empresa, dificilmente o resultado será positivo: a pessoa tende a não encontrar a felicidade trabalhando nesta empresa. E o efeito disso é negativo, tanto ao colaborador, infeliz em seu ambiente, quanto para a equipe, ao líder e à empresa.
O líder é um dos principais multiplicadores da cultura da empresa e também a peça chave para entender na equipe, e nos processos de seleção, aquelas pessoas em sintonia com os valores da organização. O diálogo e a comunicação são fundamentais para dar forma à cultura, bem como constantemente aprimorá-la no dia a dia.

 

Assista o trecho do vídeo da conversa entre o Felipe de Vasconcellos e Gabriel Barbieri:

 

Leia a parte 01 e a parte 02 do bate-papo.


Gabriel Barbieri
Diretor de negócios na Handit Sistema.

Felipe Cortes de Vasconcellos
Profissional com 12 anos de experiência, nas áreas de: controladoria, contabilidade, auditoria independente e em fundos de pensão. Head de controladoria na Connvert. Mestre em ciências contábeis. Entusiasta e apaixonado por Liderança e Carreira. Instagram: @felipedevasconcellos.

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