Compartilhe:

Orçamento 2026 expõe necessidade por premissas mais realistas

À medida que um novo ano se inicia, chega o momento de revisar as premissas que vão orientar o orçamento de 2026. Essa etapa é essencial para garantir que o planejamento financeiro da empresa esteja alinhado à realidade do mercado, às metas corporativas e às novas condições econômicas. Revisar e calibrar as premissas significa construir um orçamento mais realista, preciso e estratégico.

Este artigo apresenta orientações práticas para profissionais de controladoria e FP&A revisarem suas premissas e ajustarem o plano aprovado para o próximo ciclo orçamentário.


1. Reavalie o contexto econômico e setorial

Premissas desatualizadas comprometem todo o orçamento. Antes de iniciar a revisão, analise os indicadores econômicos que influenciam diretamente o negócio — como inflação, câmbio, taxa de juros e crescimento do PIB —, além das tendências específicas do seu setor.

Dica: consulte relatórios de mercado e estudos de associações setoriais. Crie cenários (otimista, realista e conservador) para testar como cada variável impacta o desempenho financeiro.


2. Compare o realizado com o orçado de 2025

A melhor forma de calibrar o próximo ciclo é entender onde o plano anterior ficou dentro das expectativas. Analise variações entre orçado e realizado, identifique as causas dos desvios e determine o que pode ser ajustado para 2026.

Dica: foque nos principais direcionadores de resultado — receita, custos, despesas operacionais e investimentos. Essa análise ajuda a ajustar metas e melhorar a acurácia das previsões.


3. Atualize as premissas macro e microeconômicas

Premissas macroeconômicas (como inflação e taxa Selic) influenciam diretamente o custo de capital e o poder de compra. Já as premissas microeconômicas (como preços médios, produtividade e headcount) determinam a execução operacional.

Dica: reúna líderes de área e alinhe as premissas em workshops colaborativos. Garantir que todos os departamentos usem a mesma base de hipóteses aumenta a consistência do orçamento.


4. Utilize tecnologia para consolidar informações

A consolidação manual de planilhas pode atrasar o processo e gerar inconsistências. Adotar uma plataforma de Enterprise Performance Management (EPM) ajuda a centralizar dados, atualizar premissas em tempo real e simular diferentes cenários de forma ágil e segura.

Dica: um sistema como o Handit Planning permite integrar dados do ERP, automatizar projeções e revisar premissas de forma colaborativa e auditável.


5. Monte um calendário de revisões contínuas

O orçamento não deve ser um documento estático. Estabeleça um rolling forecast com revisões trimestrais ou semestrais, ajustando premissas conforme novas informações surgirem.

Dica: mantenha o time de FP&A como protagonista desse processo. Um acompanhamento recorrente garante previsões mais confiáveis e decisões mais ágeis.


Conclusão

Revisar premissas e preparar o orçamento para 2026 é um passo essencial para garantir a solidez do planejamento financeiro. Empresas que fazem essa etapa com método e tecnologia conseguem antecipar riscos, ajustar expectativas e construir orçamentos mais aderentes à realidade.

Com o Handit Planning, FP&A e controladoria têm uma plataforma completa para revisar, simular e alinhar premissas, tornando o ciclo orçamentário mais colaborativo, integrado e preparado para os desafios do próximo ano.

Perguntas Frequentes:

Por que revisar premissas é essencial para o orçamento de 2026?
Porque garante que o planejamento financeiro esteja alinhado às condições econômicas atuais, ao mercado e às metas corporativas, tornando o orçamento mais realista e estratégico.

O que avaliar no contexto econômico e setorial antes de revisar premissas?
Inflação, câmbio, juros, PIB e tendências do setor. Esses fatores impactam diretamente custos, demanda e capacidade de investimento.

Como usar o desempenho de 2025 para melhorar o orçamento de 2026?
Comparando orçado vs. realizado, identificando desvios e ajustando premissas com base nos principais direcionadores (receita, custos, despesas operacionais e investimentos).

Sobre o autor:
Gabriel Barbieri (in)
Co-Founder e Diretor de Negócios da Handit
Gabriel é Co-fundador e diretor de Negócios da Handit, com mais de 15 anos de experiência em tecnologia e nos últimos 10 anos têm trabalhado de perto com CFOs, Controllers e FP&As, ajudando-os a fazer essa transformação digital.

GOSTOU DESSE CONTEÚDO?

Conheça nossos cases de Sucesso

Leia outros artigos